No dia 23 de julho, foi ao ar a minha participação no programa Quem Fica em Pé, comandado por José Luiz Datena, na TV Bandeirantes. Foi legal demais, especialmente pela torcida que tive a meu favor na internet, mesmo com todos sabendo que estava tudo gravado. E audiência foi excelente, segundo a produção.
O "barulho" começou com duas propagandas que a Band colocou no ar e que minha sobrinha gravou. Veja abaixo.
Ao contrário do que eu pensava antes de subir ao palco, fiquei, sim, bastante nervoso em alguns momentos. Quando errei a pergunta do ano do nascimento da Elis Regina, por ter entendido errado a dica do Datena, tremi na base, fiquei com a boca seca, travei e acabei errando uma que eu realmente sabia – a da biblioteca.
Ah, e se você não viu o programa, segue abaixo o vídeo na íntegra.
Mas este post tem outra razão. Dizer que, independentemente de ter caído bem antes do que previa, eu me diverti demais. Muito mesmo! Tanto que “bombei” a divulgação da hashtag #SidaoFicaEmPe pra todo mundo que me segue em redes sociais. E ela chegou, inclusive, a um impressionante primeiro lugar nos Trend Topics do Twitter do planeta (veja abaixo) por alguns minutos.
Eu queria ganhar os cem mil reais? Lógico! Mas tinha que ser divertido!
Especialmente por causa de uma carta que recebi da minha esposa no dia em que gravei, pouco antes de irmos à sede da TV Bandeirantes, e que divido aqui com todos. Era pra eu ter lido a mensagem no ar, com o Datena, mas fiquei nervoso e acabei esquecendo.
Por isso, apesar de nunca expor minha família em redes sociais, desta vez abri uma exceção (com a anuência da “patroa”). Para mostrar por que valorizo tanto minha família e por que decidi que o objetivo principal seria divertir – a mim e a todos que vissem o programa. Se viessem os cem mil reais, melhor.
Quando caí no buraco (com estilo, hein? Só faltou gritar “Para baixo e avante” – rsrs), assisti na TV à reação do Jucilei e, de verdade, me emocionei demais. Depois, soube que ele estava numa situação financeira complicada e que os seis mil reais vão ajudá-lo bastante. Que bom, de coração!
Minha esposa, naquele momento, me disse (sabiamente, pra variar) que tudo aquilo tinha uma razão de ser e que, ali, todos nós aprendemos a diferença de QUERER e PRECISAR.
Sabe, tem uma frase que eu adoro: “Qualquer pessoa, por mais inteligente que seja, é ignorante em alguma coisa”. E deu pra ver que eu fugia das aulas de catecismo, né? :-D Mas, falando sério, aprendi demais ao participar do programa. Daquelas típicas “lições de vida”. E essas são as melhores.
Afinal, são elas que te fazer ficar em pé! Sempre!

